domingo, 8 de outubro de 2017


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sábado, 13 de junho de 2015

CASA DA CULTURA GALENO D'AVELÍRIO: Uma porta para a poesia

CASA DA CULTURA GALENO D'AVELÍRIO: Uma porta para a poesia: Noite de autógrafos do jovem poeta Fernando Prata Ritzinger, com seu livro de estreia Uma porta para a poesia , em edição bilíngue e ilustr...

quinta-feira, 23 de abril de 2015

terça-feira, 9 de setembro de 2014


Ouvir, refletir e agir.

domingo, 20 de julho de 2014

CASA DA CULTURA GALENO D'AVELÍRIO: 27º Aniversário da Casa da Cultura

CASA DA CULTURA GALENO D'AVELÍRIO: 27º Aniversário da Casa da Cultura: Sexta-feira tem festa cultural! Lançamento de livros, intervenção poética, exposição de pinturas e shows! Presenças dos autores Hermes P...

quarta-feira, 18 de junho de 2014

O jornal Reflexos de Universos em sua edição nº83 publicou uma seleção de registros fotográficos que realizei nas cidades de Recife, Londres e Marseille. As fotos de grafites revelam a poesia da arte exposta nas ruas, libertadas do confinamento das galeria e ofertando-se ao olhar de todos numa clara demonstração de que a arte não deve ser para poucos.
O belo texto de Hermes Peixoto conta um pouco da história do grafite e da arte que sai das galerias para as ruas.

domingo, 1 de junho de 2014

demônio de moon


por estranha casualidade ou maquinismo qualquer juntamos nossas marcas no sangue feito indecência e vítimas da insânia Todas as coisas são vãs à iminência de abortar um amor que ultrapassa os limites da normalidade A querência ínfima quando perdido se está e nem um passo a mais nos afasta do abismo Que posso fazer com o meu corpo ávido e a alma em delírio O tempo pastor inocente descarrila nossos anseios e “os meus olhos de cão” empalidecem na tirania das esperas Os barulhos e os vis transeuntes nos desconhecem Somos vacas percorrendo o corredor do abate sem derramar uma lágrima sequer por desconhecer o irreversível da caminhada O pasto é verde e nossa língua não alcança a cristalinidade daquela água o rebanho passa por nós e continuamos na contramão carregando “o abismo na alma” somos o próprio abisso no nosso passo avesso juntando as cartas para tornar espalha-las ao vento enlouquecendo a multidão de dentro e de fora dos edifícios Aquelas mulheres continuam junto às mesas engordando os flácidos ventres brancos e inchando as coxas devassas para engolir teu falo triste e devorar teus olhos como ameixas sem sementes Te fazem bobo da corte mas desconhecem que te divertes com isso com tuas barbas de camaleão e elas camaleoas te roendo com dentes podres de comer outras carnes e roer outras almas Tudo isto é uma festa demente bacanal de ilusões e a hipocrisia rainha sentada em seu trono enfeitado de ouro e merda Elas se enfeitam e se lavam com perfume para se encontrar nos cantos fétidos com o demônio de moon e se embebedam de escuro e te deixam vazio Estaciono no centro da encruzilhada e deixo que a normalidade desfile diante dos meus olhos cansados de ver